
O projeto abriu espaço para conversas sobre cuidado, convivência e valorização da vida, reforçando que escutar e pedir ajuda são atitudes importantes dentro e fora da escola.
A abordagem escolar tem caráter educativo e não substitui acompanhamento profissional. Em momentos de sofrimento emocional, estudantes e famílias devem procurar a rede de saúde ou um profissional qualificado.
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